<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Adetax - Associação das Empresas de Taxi de Frota do Município de São Paulo &#187; Entrevistas</title>
	<atom:link href="http://www.adetax.com.br/index.php/category/entrevistas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.adetax.com.br</link>
	<description>Associação das Empresas de Taxi de Frota</description>
	<lastBuildDate>Thu, 23 Mar 2023 18:40:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.4.2</generator>
		<item>
		<title>Rose Mary Lopes: o taxista é um empreendedor?</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/rose-mary-lopes-o-taxista-e-um-empreendedor/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/rose-mary-lopes-o-taxista-e-um-empreendedor/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 15:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=2857</guid>
		<description><![CDATA[Quando você pega um táxi, você tem certeza de que o taxista é somente um motorista? Será que você não está sendo conduzido por um empreendedor? Você já parou para ouvir sobre as diferentes trajetórias e as diversas oportunidades identificadas por estes profissionais? Muitas vezes, me surpreendo com o empreendedorismo que muitos deles demonstram. Enfoco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando você pega um táxi, você tem certeza de que o taxista é somente um motorista? Será que você não está sendo conduzido por um empreendedor? </p>
<p>Você já parou para ouvir sobre as diferentes trajetórias e as diversas oportunidades identificadas por estes profissionais?</p>
<p>Muitas vezes, me surpreendo com o empreendedorismo que muitos deles demonstram. Enfoco alguns casos reais, usando nomes fictícios para demonstrar a variedade de oportunidades que eles exploram. </p>
<p>E também para mostrar como varia o porte de empreendedorismo em função das redes de contato e das ambições profissionais deles.</p>
<p>André, um senhor de meia idade conta-me como se posicionou, sobretudo, numa rede de clientes de jovens universitários. Numa época de vacas magras imprimiu muitos cartões de visita. </p>
<p>Um dia, tarde da noite, um jovem, ao sair de uma balada, lhe pede para ser levado em casa. Mas, lhe confessa que está com pouco dinheiro. </p>
<p>Depois de alguma conversa, André decide fazer a corrida, e se conhecem mais durante o trajeto. Leva-o a sua casa e, ao final, lhe entrega seu cartão. </p>
<p>Posteriormente, este mesmo rapaz o chama para outras corridas e também o indica para amigos seus. André passa a ser conhecido por vários jovens e também por suas famílias. Conquista a confiança deles. </p>
<p>Passa a ser &#8220;um tio&#8221; que os leva e traz de festas e outros compromissos. Conversador, ouve sobre suas vidas e suas confidências. Tanto os jovens alunos ou ex-alunos de faculdades de elite se sentem seguros, quanto seus pais, ao saber que é André que os transporta. Isto lhe rende bons resultados. </p>
<p>Além disto, também presta serviços para clientes de empresas da região de seu ponto.</p>
<p>Jorge percebeu ao longo do tempo, que havia oportunidades mesmo numa cidade de 100 mil habitantes em Minas.Trabalhou, poupou e conquistou outros dois pontos de táxi, e seus filhos já crescidos, passaram a trabalhar com ele. </p>
<p>Percebeu também a necessidade de transporte de funcionários de empresas da cidade. Esforça-se mais, constitui uma empresa e adquire mais dois veículos. </p>
<p>Com serviço esmerado, confiável, seguro, conquista credibilidade. Alarga o número de empresas a que atende. Passa também a levar encomendas – peças de reposição para uma empresa que tem clientes distantes, em outros estados.</p>
<p>Por vezes sua empresa é encarregada de retirar peças em São Paulo e de transportá-las para cidades na Bahia, Espírito Santo etc. </p>
<p>O hospital local cresce e aumenta a demanda de transporte de sangue e de seus derivados do banco de sangue de outra cidade para a sua. Transporte este que é especializado. Exige capacitação específica. </p>
<p>Seus filhos e alguns motoristas fazem curso para conhecer e saber quais os cuidados a serem tomados quando carregam sangue e seus componentes. Exemplo: uma freada brusca pode coagular o sangue. </p>
<p>Transportam algo delicado, do qual vidas dependem. Tem uma identificação especial que lhes concede prioridade e direito de transitar em acostamento quando em engarrafamentos ou ante outros obstáculos no trânsito. Assim, ele já tem hoje três táxis, oito veículos, quatro motoristas contratados. </p>
<p>Já descobriu como motivar os motoristas a atender as inúmeras viagens, em horários e dias diversos e não convenientes, bem como a enfrentar longas distâncias. Aprendeu que associando a remuneração fixa à comissão sobre o valor da viagem os motoristas se interessam, pois aumentam seus ganhos.</p>
<p>Aristeu, além de atender a sua clientela, percebeu a demanda por veículos especiais para o transporte de noivas e noivos. Notou a busca por carros antigos com motoristas trajados com roupa a rigor. </p>
<p>Assim, adquiriu veículo antigo e tratou de restaurá-lo, colocando-o em excelentes condições de uso. Abriu uma pequena empresa para oferecer este tipo de transporte de época, para ajudar a marcar mais ainda este dia especial da noiva e do casal. </p>
<p>Sabe que tem que estar com o veículo tinindo, extremamente limpo, perfumado. E, que oferecer nível de atendimento e de cuidados excepcionais para o casal é condição essencial.</p>
<p>Assim, existem oportunidades no transporte de pessoas e de funcionários de empresas. E, como puderam perceber, a exploração delas depende da visão, da iniciativa e do tamanho da ambição que a pessoa tem. </p>
<p>E, você taxista, se souber trabalhar as oportunidades, certamente vai se distinguir dos demais e progredir de forma empreendedora.<br />
* Rose Mary Lopes é professora e coordenadora do núcleo de empreendedorismo da ESPM</p>
<p>Fonte: UOL Economia</p>
<p>http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/colunistas/rose-mary-lopes/2013/09/06/sera-que-o-taxista-que-o-transporta-e-um-empreendedor.htm</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/rose-mary-lopes-o-taxista-e-um-empreendedor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vinícius Dias: Como encontrar peças para reparo dos táxis?</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/vinicius-dias-como-encontrar-pecas-para-reparo-dos-taxis/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/vinicius-dias-como-encontrar-pecas-para-reparo-dos-taxis/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 15:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=2737</guid>
		<description><![CDATA[Tendo em vista a abrangência da categoria de autopeças e sua crescente segmentação – o que torna praticamente impossível encontrar em uma mesma loja todos os itens que o taxista e/ou as empresas de táxi precisam quando o carro necessita de reparo, veja o que diz Vinícius Dias, sócio do Canal da Peça. Como facilitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo em vista a abrangência da categoria de autopeças e sua crescente segmentação – o que torna praticamente impossível encontrar em uma mesma loja todos os itens que o taxista e/ou as empresas de táxi precisam quando o carro necessita de reparo, veja o que diz Vinícius Dias, sócio do Canal da Peça.  </p>
<p>Como facilitar o acesso de taxistas e de empresas de táxis para a compra e venda de componentes automotivos?<br />
Vínicius Dias: Criamos uma ferramenta de busca para isso. A partir do modelo do carro, ano e peça requisitada, o site identifica os varejistas com a peça disponível em estoque, classificando por fabricante e preço e possibilitando a compra e a rápida entrega, com o apoio dos mais conhecidos serviços de logística do Brasil.</p>
<p>Como é estruturado o catálogo de peças?<br />
Vinicius Dias: É estruturado a partir do cruzamento entre as informações de fabricantes e varejistas cadastrados. Sendo assim, o consumidor – mecânico ou não – pode obter especificações técnicas e também conhecimento do fornecedor do produto em um simples acesso. </p>
<p>A peça chega rápido? E o que dizer sobre os preços?<br />
Vinicius Dias: Sim. Ao contrário da atual espera excessiva por peças primordiais para o funcionamento de veículos, o portal disponibiliza uma estrutura diferenciada de frete, que atende em todo o Brasil. E, sobre preços, o portal permite aos varejistas cadastrados estipular diferentes preços, para consumidores pessoa física, mecânicos e pessoas jurídicas que fizerem compras recorrentes.  </p>
<p>Quantos itens, entre peças e outros componentes automóveis, podem ser achados no portal?<br />
Vinícius Dias: Ate o fim de setembro, pelo menos 100 mil itens já estarão disponíveis.</p>
<p>Fonte: Canal da Peça</p>
<p>http://www.canaldapeca.com.br</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/vinicius-dias-como-encontrar-pecas-para-reparo-dos-taxis/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jorge da Silva: o Taxista Atleta</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/jorge-da-silva-o-taxista-atleta/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/jorge-da-silva-o-taxista-atleta/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 17:40:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=2141</guid>
		<description><![CDATA[Atrás do volante ou com o pé no asfalto, a rua é uma companheira quase inseparável de Jorge da Silva. Taxista há 40 anos, o catarinense radicado em Curitiba desde os anos 70 descobriu há pouco tempo que é fera nas corridas. E não se trata de automobilismo. Seu Jorge, 65 anos, se apaixonou pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atrás do volante ou com o pé no asfalto, a rua é uma companheira quase inseparável de Jorge da Silva. Taxista há 40 anos, o catarinense radicado em Curitiba desde os anos 70 descobriu há pouco tempo que é fera nas corridas. E não se trata de automobilismo. Seu Jorge, 65 anos, se apaixonou pelo atletismo e pelas provas de média distância. Em três anos de competições, já faturou 65 medalhas.</p>
<p>A iniciação de Jorge no esporte aconteceu graças ao filho Anderson, professor de educação física. “Quando fiz 55 anos, comecei a frequentar uma academia e, com a orientação dele, iniciei os treinamentos. Em 2010, disputei minha primeira prova de dez quilômetros e, como me senti bem, vi que dava para continuar e melhorar”, conta o taxista atleta.</p>
<p>Desde então, Jorge vem melhorando não só os seus tempos. “Minha vida melhorou do dia para a noite. Estou com a saúde muito boa. Treino todos os dias de manhã e à tarde trabalho. Me sinto bem melhor para pegar o táxi e enfrentar o trânsito tranquilo, sem estresse. Hoje, quando vejo um jovem correndo, dou os parabéns. Se eu soubesse que era tão bom, tinha começado antes”, afirma.</p>
<p>A participação nas provas chamou a atenção da Rádiotaxi Sereia, central à qual Jorge é associado. “Eles pagam minhas inscrições nas provas e me deram o uniforme. É uma forma de reconhecimento, pois estou com eles há 30 anos. Com certeza, sou um dos taxistas mais antigos ainda em atividade na cidade. O pessoal só quer ficar sentado e comendo porcaria. Então, vai embora cedo”, constata.</p>
<p>Em tantos anos na profissão, Jorge acompanhou grandes mudanças na cidade. “Comecei com um Fusca e fiquei com ele por dez anos. Tenho uma coleção de taxímetros antigos. Curitiba mudou muito. Tinha 600 mil habitantes e muito menos carros. Hoje a população se queixa da poucos táxis, mas o problema é a falta de mobilidade. O taxista fica preso no trânsito e demora para atender uma chamada”, avalia.</p>
<p>Seu Jorge garante que o gosto por baixar os tempos e correr mais rápido aparece só na hora de calçar os tênis. “Com essa atividade física diária, no táxi eu sou muito calmo, tranquilo. Ando sempre na marcha lenta, respeitando os limites de velocidade. Só piso um pouco mais no acelerador se o passageiro está com pressa e pede”, garante.</p>
<p><a href="http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/677846/?noticia=TAXISTA+DESCOBRE+QUE+E+FERA+NAS+CORRIDAS">http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/677846/?noticia=TAXISTA+DESCOBRE+QUE+E+FERA+NAS+CORRIDAS</a><br />
Fonte:Paraná Online</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/jorge-da-silva-o-taxista-atleta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Renato de Azevedo: Rodar de dia ou à noite?</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/renato-de-azevedo-rodar-de-dia-ou-a-noite/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/renato-de-azevedo-rodar-de-dia-ou-a-noite/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2013 12:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=2040</guid>
		<description><![CDATA[Taxista de frota conta a experiência de dirigir um táxi pelas ruas de São Paulo, noite adentro. A cidade de São Paulo possui aproximadamente 34 mil táxis, sendo que 10% desse total são táxis de frota. Tanto os taxistas de frotas, como aqueles que têm seu próprio táxi, definem livremente seus horários de trabalho, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Taxista de frota conta a experiência de dirigir um táxi pelas ruas de São Paulo, noite adentro.</p>
<p>A cidade de São Paulo possui aproximadamente 34 mil táxis, sendo que 10% desse total são táxis de frota. Tanto os taxistas de frotas, como aqueles que têm seu próprio táxi, definem livremente seus horários de trabalho, mas aproximadamente 50% dos que trabalham com táxis de empresas optam por circular no período noturno, ou mesmo na madrugada. É o caso do Renato de Azevedo. Confira:</p>
<p>Adetax: Quais os motivos que o levaram a escolher trabalhar à noite?<br />
Renato: Tem muito menos trânsito e mais pontos para trabalhar. Começo a rodar às 20h, para terminar de atender meus passageiros na manhã do dia seguinte. É menos pressa e menos estresse. O rush da manhã também é mais calmo que aquele do final de tarde.</p>
<p>Adetax: Na sua opinião, qual a importância para a cidade de São Paulo, dos táxis que rodam de madrugada?<br />
Renato: Os táxis são fundamentais. Na madrugada, há uma redução das demais opções de transporte público e este é um dos motivos que levam as pessoas a escolherem o táxi. É uma das principais razões. Os passageiros reclamam muito que não tem metrô, por exemplo. Mas esse não é o único fator. Há a questão da segurança também. As pessoas tem medo de sair de carro à noite, se estão sozinhas. Então preferem o táxi. </p>
<p>Adetax: Qual é o perfil dos seus passageiros?<br />
Renato: Muito variado. A maioria faz a corrida sozinha. Quando estão em grupo, normalmente são jovens voltando da balada. O endurecimento da Lei Seca também tem influenciado positivamente na decisão das pessoas em usar táxi. Quem sai à noite, hoje tem mais respeito pela fiscalização da Lei Seca, o que transforma o táxi em uma ótima alternativa. De segunda a sexta, também atendo clientes que trabalham à noite e pegam o táxi para voltar pra casa. </p>
<p>Adetax: Você pretende continuar trabalhando à noite ou pensa em mudar de horário?<br />
Renato: Trabalhar à noite é até mais seguro. São menos pessoas nas ruas e você pode escolher melhor os clientes. Além do mais, eu gosto das madrugadas! </p>
<p>Adetax: Você já tentou trabalhar de dia?<br />
Renato: Sim, mas eu ficava muito nervoso. Hoje até me orgulho de trabalhar de noite, pois sou um dos taxistas de frota que acaba ajudando São Paulo a ser  uma das poucas cidades do mundo que tem transporte público garantido durante as 24 horas.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/renato-de-azevedo-rodar-de-dia-ou-a-noite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Elaine de Oliveira: uma homenagem às mães taxistas!</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/elaine-de-oliveira-uma-homenagem-as-maes-taxistas/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/elaine-de-oliveira-uma-homenagem-as-maes-taxistas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 15:01:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=1870</guid>
		<description><![CDATA[A taxista de frota Elaine de Oliveira conta como o próprio filho a ajuda a conciliar profissão e vida pessoal Mãe do Guilherme Henrique Fidélis da Silva, hoje um rapaz já maior de idade, Elaine Cristina de Oliveira decidiu se tornar taxista em 2011, quando começou na profissão por meio de uma oportunidade oferecida pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A taxista de frota Elaine de Oliveira conta como o próprio filho a ajuda a conciliar profissão e vida pessoal</p>
<p>Mãe do Guilherme Henrique Fidélis da Silva, hoje um rapaz já maior de idade, Elaine Cristina de Oliveira decidiu se tornar taxista em 2011, quando começou na profissão por meio de uma oportunidade oferecida pelo setor de frotas. Com uma rotina dinâmica desde então, ela conta como faz para manter tudo em ordem e administrar seu tempo entre o trabalho e a família. </p>
<p>Elaine explica que decidiu mudar de profissão em 2011, principalmente porque na área em que ela trabalhava antes, se sentia muito presa à rotina. “Eu era da área administrativa de uma empresa e ficava o tempo todo dentro de um escritório”, lembra. “Agora não. Como taxista de frota, sou livre para fazer meu horário, coisa que eu nunca tive antes”. </p>
<p>Ao deixar a antiga profissão, Elaine teve o apoio do filho Guilherme, que segundo a ‘mãe taxista’, sempre esteve ao seu lado em todas as suas decisões. “Cuidei dele sozinha desde que ele tinha seis anos”, relembra. “Foi difícil manter a casa e criá-lo ao mesmo tempo, mas sempre dei e recebi muito amor e carinho dele. Acho que é por isso que, hoje, somos tão apegados”.</p>
<p>Elaine comenta que Guilherme também é um verdadeiro parceiro de trabalho, já que ajuda a mãe e divide com ela os cuidados e afazeres da casa. “Meu dia a dia como taxista é muito dinâmico, marcado por idas e vindas. Por isso, mais do que nunca eu preciso do apoio do Guilherme. Ele é um filho maravilhoso, pois entende isso e me ajuda demais”, conta. “O Guilherme até distribui meu cartão de visitas na empresa em que ele trabalha e, de vez em quando, agenda umas corridas pra mim”, diverte-se. </p>
<p>Na profissão de taxista, Elaine revela que já conheceu dezenas de outras mulheres, que também trabalham dirigindo táxis de empresas. “Nunca tive problema com nenhuma”, garante. “Mesmo sendo reservada e tendo pouco contato com todas elas, por causa do nosso dia a dia sempre corrido, quando encontro alguma outra taxista aproveito para bater papo. O mesmo vale para os taxistas homens. Mantenho uma boa convivência com todos”.</p>
<p>Quanto ao horário de trabalho, ela mesma definiu rodar de segunda a segunda, com o táxi da empresa. “Eu faço meu horário flexível, de acordo com as chamadas dos passageiros”, explica. “Valorizo demais a pontualidade para o atendimento. Isso passa confiança para os passageiros, porque com o tempo eles percebem que podem contar comigo para todo tipo de viagem, sejam curtas ou longas”.</p>
<p>Por fim, nos finais de semana, a ‘mãe-taxista’ decidiu trabalhar até mais tarde. “Meu filho já está bem crescidinho”, brinca. “E, por causa da Lei Seca, os táxis são muito solicitados nas proximidades das saídas das ‘baladas’. Por isso eu fico circulando até mais tarde às sextas-feiras e também aos sábados. Vale a pena”, completa Elaine. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/elaine-de-oliveira-uma-homenagem-as-maes-taxistas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Carlos Osório: jornal ‘Extra’ entrevista o Secretário de Transportes do Rio</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/carlos-osorio-jornal-extra-entrevista-o-secretario-de-transportes-do-rio/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/carlos-osorio-jornal-extra-entrevista-o-secretario-de-transportes-do-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 13:54:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/?p=544</guid>
		<description><![CDATA[À frente da Secretaria Municipal de Transportes desde outubro de 2012, Carlos Roberto Osório promete mais rigor na fiscalização do serviço de táxi no Rio. O secretário ainda não tem opinião sobre as altas diárias cobradas por permissionários e empresas, e não considera mudar a proporção da táxis por habitante. Mas está em análise, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>À frente da Secretaria Municipal de Transportes desde outubro de 2012, Carlos Roberto Osório promete mais rigor na fiscalização do serviço de táxi no Rio. O secretário ainda não tem opinião sobre as altas diárias cobradas por permissionários e empresas, e não considera mudar a proporção da táxis por habitante. Mas está em análise, segundo ele, a reformulação da frota, com a possibilidade até de estabelecer um modelo único de carro para a cidade. Aparelhos de GPS e aplicativos de smartphones também devem ser usados para monitorar os amarelinhos cariocas.</p>
<p>Quando será reformado o Código Disciplinar de 1970?</p>
<p>Conversei com o prefeito (Eduardo Paes) e vou estabelecer uma comissão para rever o código. Levaremos as propostas a ele. É a Constituição dos táxis e queremos mais qualidade, proteger o sistema e o bom taxista. Estou revivendo minha experiência de secretário de Conservação. As normas eram da década de 1970 também. O sistema de táxi tem que mudar, e o bom taxista vai apoiar a mudança. Não sei se conseguiremos (finalizar o novo código) em 2013, mas quero chegar com ele à Copa de 2014.</p>
<p>O sistema é rachado e repleto de irregularidades, como o mercado ilegal de autorizações. Como mudar essa realidade?</p>
<p>Não é desejável termos tantos grupos e categorias assim no sistema. Se fôssemos fundar o sistema do zero, faria uma coisa unificada e padronizada, num mesmo direcionamento. A situação que temos hoje é fruto de idas e vindas de políticas administrativas de outros períodos que foram gerando distorções. Não é desejável, mas é nossa realidade. Existe amparo legal para uma série de pessoas operarem de diversas maneiras. É um lado da realidade. As vendas (de autonomias) são distorções que acontecem por conta e risco de quem topa. Estão comprando vento, não é uma propriedade. A legislação não permite.</p>
<p>O que o senhor pensa a respeito das empresas criticadas por cobrarem diárias?</p>
<p>Ainda não tenho opinião formada sobre isso. Não tenho detalhes, não conversei com os donos das empresas. As diárias merecem um estudo mais profundo. Você está conversando com um secretário que está há pouco mais de dois meses no cargo. Estou estudando muito essa questão do táxi e conversarei muito com o prefeito sobre isso. Ele deu como meta da secretaria tratar do tema táxi como prioridade.</p>
<p>Mas por que essas medidas não foram pensadas nos primeiros quatro anos do governo Eduardo Paes?</p>
<p>Posso responder sobre a minha gestão. Falo qualquer coisa sobre a Secretaria de Conservação nos outros três anos em que trabalhei com o prefeito. Recebi a instrução dele para pensar no sistema como um todo protegendo o bom profissional e melhorando a prestação de serviço ao usuário carioca e turista. Essa é a meta. Não posso falar dos primeiros quatro anos, mas o prefeito esteve muito focado no sistema de transporte público de massa.</p>
<p>E os pontos de rua loteados?</p>
<p>Sabemos dos constrangimentos. Estou estudando a melhor solução. Algumas cooperativas prestam bons serviços. Temos que analisar com um pouco mais de calma essa situação. Não dá para empacotar tudo. Existe a demanda dos passageiros pelos serviços dos pontos. O taxista torna-se um conhecido. Ainda não tenho a solução.</p>
<p>Do jeito que está, não está formado um ambiente propício para a ação de grupos criminosos?</p>
<p>Não vejo ainda isso como questão crônica. Ainda estamos a tempo de cortar esse mal pela raiz. O momento é este, de não permitir que o sistema entre num processo de desqualificação privilegiando quem trabalha na truculência e eventualmente ligado a comportamentos criminosos.</p>
<p>Há táxis em excesso no Rio?</p>
<p>Nossa média de táxi por habitante é bastante alta, maior que a de Nova York e São Paulo. Acho que não há necessidade de aumentarmos a frota. Mas precisamos de cuidado para reduzi-la, já que a demanda é crescente.</p>
<p>A fiscalização é suficiente?</p>
<p>Existiram ao longo do tempo, por certa leniência da prefeitura na fiscalização, corpos estranhos entrando no sistema. A fiscalização com o Táxi Legal é um norte muito importante. A operação vai continuar e será intensificada. Trabalhamos prioritariamente nos dois aeroportos, no porto e na rodoviária. Vamos expandir para os dois principais pontos turísticos, Corcovado e Pão de Açúcar.</p>
<p>De modo geral, o senhor está satisfeito com o serviço?</p>
<p>Tenho a convicção de que podemos avançar e melhorar o serviço. Não estamos no padrão de qualidade que o Rio almeja. Temos excelentes profissionais, prestadores de serviço, mas temos deficiências e entendemos que é possível, sim, melhorar. O taxista terá de compreender que é um prestador de serviço num contínuo processo de aprimoramento. Queremos dar um passo importante na Copa do Mundo. O Táxi Legal faz parte do plano estratégico de 2013 a 2016.</p>
<p>Quais serão as próximas ações da secretaria?</p>
<p>A prefeitura vai incentivar neste ano um sistema amplo de aplicativos de localização de táxis. Também implantaremos modelos mais modernos de taxímetro com GPS. O táxi entraria no sistema que mede a velocidade da cidade, dando informação a todos. Avaliaremos se é melhor embutir ou não o GPS nos taxímetros e decidiremos se será obrigatório ou opcional. Abriremos uma discussão sobre a frota. O Rio quer ter um modelo único de táxi, como Nova York, ou estabelecer alguma premissas, com um bagageiro de no mínimo xis litros, para que os carros possam ser habilitados?</p>
<p><a href="http://extra.globo.com/noticias/rio/nao-estamos-no-padrao-de-qualidade-que-rio-almeja-7363626.html">http://extra.globo.com/noticias/rio/nao-estamos-no-padrao-de-qualidade-que-rio-almeja-7363626.html</a><br />
Fonte:Extra Online</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/carlos-osorio-jornal-extra-entrevista-o-secretario-de-transportes-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ricardo Auriemma: Programa “Taxista Nota 10”</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/ricardo-auriemma-programa-taxista-nota-10/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/ricardo-auriemma-programa-taxista-nota-10/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 16:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/site/?p=276</guid>
		<description><![CDATA[A Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo) incentivará os taxistas das frotas associadas a participarem dos cursos do Programa “Taxista Nota 10”, desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat). O objetivo do programa – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo) incentivará os taxistas das frotas associadas a participarem dos cursos do Programa “Taxista Nota 10”, desenvolvido pelo Sebrae em parceria com o Serviço Social do Transporte (Sest) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat).</p>
<p>O objetivo do programa – dividido em cursos de línguas (Inglês e Espanhol) e gestão de negócios – é aprimorar conhecimentos e aumentar a qualidade dos serviços prestados por cerca de 80 mil taxistas, nas 12 capitais que receberão os jogos da Copa do Mundo de 2014: Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.</p>
<p>Em um primeiro momento, a Adetax estimulará os taxistas de frota a se inscreverem para o curso de Gestão de Negócios. O presidente da Associação, Ricardo Auriemma, fala mais sobre a iniciativa na entrevista a seguir.</p>
<p><strong>Como a Adetax incentivará a adesão dos taxistas de frota ao Programa?</strong></p>
<p><strong>Ricardo Auriemma: </strong>Faremos uma intensa divulgação do programa junto às empresas de táxi da cidade que fazem parte da associação. Em cada uma destas empresas o taxista poderá encontrar as informações, entender as vantagens, os benefícios e ver como participar dos cursos. Entendemos que é papel da associação estimular os taxistas a buscarem essa qualificação, que será importante para eles próprios, no futuro.</p>
<p><strong>A prioridade inicial da associação será o curso de Gestão de Negócios. Qual o conteúdo desse curso? Como fazer a inscrição?</strong></p>
<p><strong>Ricardo Auriemma: </strong>A inscrição para o curso de gestão é simples e pode ser feita pelos telefones: 0800 728 2891 (Sest/Senat) ou 0800 570 0800 (Sebrae). Após se cadastrar no Sebrae ou no Sest/Senat, o taxista passará a receber, mensalmente, durante 15 meses, um jornal com informações sobre diversos temas, como empreendedorismo, turismo e hospitalidade, gestão financeira, administração do tempo, marketing pessoal e conscientização para a Copa 2014.</p>
<p><strong>E os cursos de línguas, como vão funcionar?</strong></p>
<p><strong>Ricardo Auriemma: </strong>Os cursos de Inglês e Espanhol vão ter duração de 120 horas cada um. No término, o taxista passa por uma avaliação e aqueles que alcançarem a nota mínima de seis receberão o certificado. O interessado não poderá fazer os dois idiomas ao mesmo tempo. Mas poderá estudar a língua escolhida e fazer o curso Gestão de Negócios simultaneamente. Para fazer os cursos de línguas estrangeiras é preciso se inscrever pessoalmente nas unidades do Sest/Senat. O taxista ganhará um kit com caderno de estudo – com o texto básico de cada lição, conteúdos gramaticais e glossário; um caderno de exercícios, que traz as atividades de fixação e revisão; e um CD de áudio, com todos os diálogos presentes no caderno de estudos.</p>
<p><strong>Quais as vantagens do Programa para os taxistas de frota? Por que participar?</strong></p>
<p><strong>Ricardo Auriemma: </strong>Além de serem gratuitos, os cursos estão formatados para atrair a atenção e o interesse dos taxistas, conforme nossa avaliação. O conteúdo chegará de forma bem simples ao taxista de frota, com a vantagem de cada um poder estudar conforme os seus próprios horários. Portanto, o profissional só tem a ganhar ao buscar essa qualificação, para que possa estar cada vez mais preparado para atender bem seus clientes.</p>
<p>Fonte: Adetax</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/ricardo-auriemma-programa-taxista-nota-10/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Leonardo Ferreira: taxista de frota conta histórias do Japão</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/leonardo-ferreira-taxista-de-frota-conta-historias-do-japao/</link>
		<comments>http://www.adetax.com.br/index.php/leonardo-ferreira-taxista-de-frota-conta-historias-do-japao/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2012 16:50:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adetax.com.br/site/?p=274</guid>
		<description><![CDATA[Já imaginou como é ser taxista no Japão? Segundo o taxista de frota Leonardo Ferreira, passageiro é o que não falta por lá. Neto de uma japonesa, Leonardo decidiu, em 1998, tentar novas oportunidades profissionais na “Terra do Sol Nascente”, seguindo os mesmos passos de outros 254 mil brasileiros que, segundo o Ministério da Justiça, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.adetax.com.br/site/wp-content/uploads/2012/11/Taxista-Leonardo-Ferreira-para-Folha-do-Motorista.jpg"><img src="http://www.adetax.com.br/site/wp-content/uploads/2012/11/Taxista-Leonardo-Ferreira-para-Folha-do-Motorista-168x300.jpg" alt="" title="Taxista Leonardo Ferreira - para Folha do Motorista" width="168" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-318" /></a></p>
<p>Já imaginou como é ser taxista no Japão? Segundo o taxista de frota Leonardo Ferreira, passageiro é o que não falta por lá. Neto de uma japonesa, Leonardo decidiu, em 1998, tentar novas oportunidades profissionais na “Terra do Sol Nascente”, seguindo os mesmos passos de outros 254 mil brasileiros que, segundo o Ministério da Justiça, vivem atualmente no Japão. Depois de 11 anos, ele retornou ao Brasil e agora conta à Folha do Motorista como é viver e trabalhar no país oriental.</p>
<p><strong>Folha do Motorista: Por que você decidiu ir morar no Japão?</strong></p>
<p><strong>Leonardo Ferreira: </strong>Estava<strong> </strong>motivado pelas facilidades trazidas pela “Lei de Controle de Imigração”, que também incentivou muitos brasileiros a irem em busca de uma nova vida no Japão. Fui em 1998 e, na época, eu tinha 26 anos.</p>
<p><strong>Folha do Motorista: Enquanto morou lá, no que trabalhou?</strong></p>
<p><strong>Leonardo Ferreira: </strong>Trabalhei durante um tempo na linha de montagem da Toyota, que fica em uma cidade que tem esse mesmo nome. Eu era responsável por montar a parte dianteira dos carros. Tinha que encaixar todas as peças em apenas 14 segundos e ficava em um espaço com pouco mais de um metro. No Japão, também fui motorista de uma transportadora. Depois disso, comecei a ganhar a vida como taxista de frota em Hamamatsu, uma cidade que é conhecida por ter muitos brasileiros.</p>
<p><strong>Folha do Motorista: Como é ser taxista no Japão?</strong></p>
<p><strong>Leonardo Ferreira: </strong>O número de passageiros é imenso. Menos de 10 minutos depois de deixar uma pessoa em seu destino, já via alguém fazendo sinal. O trânsito no centro de Hamamatsu é caótico, mais congestionado que o de São Paulo. Você não consegue se locomover.</p>
<p><strong>Folha do Motorista: Quando e por que decidiu voltar ao Brasil?</strong></p>
<p><strong>Leonardo Ferreira: </strong>Voltei em 2009, porque a crise financeira afetou muito os empregos e o custo de vida no Japão. Logo que cheguei, trabalhei como gráfico, que era a profissão que eu exercia antes de sair do Brasil. Mas depois de um tempo, cansei e decidi retomar o que estava fazendo no Japão. Um amigo me aconselhou a procurar as frotas e, então, voltei a trabalhar como taxista.</p>
<p><strong>Folha do Motorista: Como é o seu dia a dia no táxi de frota?</strong></p>
<p><strong>Leonardo Ferreira: </strong>Trabalho na região do Tatuapé e prefiro o táxi de frota, por diversos motivos, como por exemplo, não ter que arcar com gastos de manutenção e reparos no veículo, em caso de batida. Na direção de um táxi pela cidade de São Paulo, também posso proporcionar uma vida melhor para os meus filhos. Esse é o meu principal objetivo, atualmente.</p>
<p>Fonte: Folha do Motorista</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adetax.com.br/index.php/leonardo-ferreira-taxista-de-frota-conta-historias-do-japao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
