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	<title>Adetax - Associação das Empresas de Taxi de Frota do Município de São Paulo &#187; Taxis de Frota</title>
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	<description>Associação das Empresas de Taxi de Frota</description>
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		<title>Uma das maiores frotas de táxis acessíveis do mundo em São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 14:18:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias em São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 93 veículos e mais de 160 mil atendimentos, São Paulo possui uma das maiores frotas de táxis adaptados para o transporte de cadeirantes do mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com 93 veículos e mais de 170 mil atendimentos, São Paulo possui uma das maiores frotas de táxis adaptados para o transporte de cadeirantes do mundo.</strong><br />
<img src="http://www.taxiacessivel.com.br/images/fotos.jpg" alt="Táxi Acessível - Adetax" /></p>
<p>O serviço de Táxi Acessível de São Paulo ultrapassou o número de 170 mil atendimentos, desde sua implantação em 2008. O município conta com uma das maiores frotas de táxis adaptados para o transporte de passageiros com mobilidade reduzida do mundo,  número maior que o de grandes cidades como Nova York, Paris, Roma e Londres. Atualmente a capital paulista possui 93 veículos desse tipo, na sua maioria das empresas de taxi associadas à Adetax - Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo.</p>
<p>Conforme explica Ricardo Auriemma, presidente da Adetax, as empresas de táxi foram as primeiras a colocar esse tipo de veículo em circulação. “A procura pelo serviço é grande. Atende passageiros com mobilidade reduzida, tanto os moradores quanto os turistas, mas toda a cidade e população é beneficiada com esse serviço”.</p>
<p>Os táxis são adaptados de acordo com os requisitos da Secretaria Municipal dos Transportes da cidade de São Paulo. Os veículos acessíveis contam com plataforma elétrico-hidráulica, acionada por controle remoto e com sustentação de até 250 quilos, para acomodar o usuário no carro de forma descomplicada. O investimento das empresas nesse tipo de adaptação é alto porque, além da plataforma elevatória, o carro precisa ser equipado com teto elevado, fixador e cinto de três pontos para facilitar o acesso dos cadeirantes.</p>
<p>Os motoristas que conduzem esses veículos recebem uma preparação, de modo que estejam sempre prontos para auxiliar o passageiro. O taxímetro é ligado apenas depois de concluído o procedimento de fixação da cadeira de rodas, com o auxílio de quatro cintos de segurança. Ao chegar ao destino, o motorista desliga o taxímetro, informando ao cliente o valor da corrida. Somente depois é que o usuário é retirado.  “Os passageiros têm à disposição um serviço de qualidade, que atende às suas necessidades de transporte com segurança”, ressalta Auriemma.</p>
<p>As corridas com o táxi acessível têm o mesmo preço das cobradas nos táxis comuns, com o acréscimo do valor da chamada via rádio e do agendamento.  O serviço de táxi para pessoas com mobilidade reduzida é oferecido 24 horas e deve ser solicitado pelo telefone (11) 3740-5544. Há também um website específico, no endereço <a href="http://www.taxiacessivel.com.br/">www.taxiacessivel.com.br</a>.</p>
<p><strong>Parceria com o Atende</strong></p>
<p><img src="http://www.raf.com.br/getfile.aspx?id=51667" alt="" /></p>
<p>As frotas associadas à Adetax atuam em parceria com o poder público em iniciativas como o Atende, serviço da Prefeitura de São Paulo que também disponibiliza carros adaptados para o transporte de cadeirantes. Desde setembro, toda a frota de táxis acessíveis das empresas ligadas à associação está disponível para os usuários do Atende. Essas corridas são gratuitas para o passageiro e as chamadas são encaminhadas pelas Centrais de Atendimento da Prefeitura, nos telefones 156 ou 0800 155 234 (Central própria do Atende).</p>
<p>Julho de 2015<br />
<strong> </strong></p>
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		<title>Carro ecológico é a nova fronteira da indústria automobilística</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/carro-ecologico-e-a-nova-fronteira-da-industria-automobilistica/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 14:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[O mais conhecido – e vendido – de carro híbrido até o momento é o Toyota Prius, ícone dos carros híbridos, lançado em 1997 e que já vendeu três milhões de unidades no mundo. Existem outros 116 modelos desse carro em circulação nas ruas de São Paulo, resultado de uma parceria entre a montadora japonesa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mais conhecido – e vendido – de carro híbrido até o momento é o Toyota Prius, ícone dos carros híbridos, lançado em 1997 e que já vendeu três milhões de unidades no mundo. Existem outros 116 modelos desse carro em circulação nas ruas de São Paulo, resultado de uma parceria entre a montadora japonesa, a Prefeitura de São Paulo e a Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo (Adetax). Essa mesma parceria já garantiu a vinda dez Nissan Leaf, formando a primeira frota de táxis elétricos do Brasil.</p>
<p>Limpos, econômicos e inteligentes, os carros ecológicos são a nova fronteira da indústria automobilística. A preocupação em preservar o meio ambiente e os recursos naturais do planeta – como o petróleo, matéria prima dos combustíveis para os veículos convencionais – alavancam essa evolução..</p>
<p>Cada vez mais comuns nos Estados Unidos, Europa e Japão, esses veículos ainda não são vendidos ou produzidos em larga escala no Brasil. As razões são a alta carga tributária, que encarece a importação dos carros e desestimula as montadoras a investirem em pesquisa e fabricação por aqui, além do lobby das companhias petrolíferas.</p>
<p>Entretanto, interesse por parte dos consumidores não falta. Na América do Norte e Europa, as vendas crescem a cada ano, ainda que na base de pesados subsídios fiscais. O governo chinês traçou uma meta ambiciosa: quer 65 milhões de veículos ecológicos nas ruas até 2020. Esse número equivale a metade da frota do gigante asiático.</p>
<p>Transição e evolução</p>
<p>As diferenças entre os carros híbridos e elétricos vão além do sistema que produz a energia necessária para fazer o automóvel andar, eles representam duas filosofias diferentes: enquanto o híbrido une antigas e novas tecnologias, o elétrico rompe definitivamente com o passado.</p>
<p>“O carro híbrido, é a fase de transição. Ela tem motor elétrico e outro à combustão que funciona num regime diferente do motor convencional. Esse motor só vai funcionar para gerar uma energia para o motor elétrico e para carregar as baterias ou para gerar mais potência”, explica o professor Edson Esteves do Centro Universitário da FEI.</p>
<p>Para que se tenha uma ideia da economia, um tanque de combustível com capacidade para 45 litros, os veículos híbridos andam de 12 a 20 quilômetros por litro em média. Ou seja, 50% menos combustível que um veículo 1.0, dependendo do modo de condução, com autonomia de pelo menos 500 km.</p>
<p>O mais conhecido – e vendido – de carro híbrido até o momento é o Toyota Prius, ícone dos carros híbridos, lançado em 1997 e que já vendeu três milhões de unidades no mundo. O veículo foi lançado no Brasil em janeiro e até agora cerca de 170 unidades já foram vendidas.</p>
<p>Existem outros 116 modelos desse carro em circulação nas ruas de São Paulo, resultado de uma parceria entre a montadora japonesa, a Prefeitura de São Paulo e a Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo (Adetax). Essa mesma parceria já garantiu a vinda dez Nissan Leaf, formando a primeira frota de táxis elétricos do Brasil.</p>
<p>A iniciativa, planejada para durar três anos também se estendeu ao Rio de Janeiro. “Também existe um no Rio, onde dois carros já foram entregues e esperamos entregar outros treze. No caso do Rio fizemos de três anos e meio para coincidir com as olimpíadas”, explica Anderson Suzuki, gerente de novos negócios da Nissan Brasil.</p>
<p>“No futuro o carro tem que ser elétrico porque é a melhor fonte para gerar energia, é a mais econômica e a menos prejudicial para a qualidade do ar”, define o professor Edson. A diferença, segundo ele, está justamente no motor, pois ele não transforma elementos para gerar energia e nem emite poluentes.<br />
“O elétrico é mais simples: depende de uma alimentação através das baterias, eliminando todo o sistema de refrigeração, lubrificação [...] Se compararmos com o motor à combustão que tem vários sistemas para gerar energia, o elétrico já dispensa tudo isso. No motor elétrico eu posso variar a rotação de 0 a 5000 rpm [rotações por minuto], através da força do próprio motor, sem usar embreagem”, completa Esteves.</p>
<p>A autonomia do carro elétrico não é tão grande quanto o do veículo híbrido; o Leaf pode andar por 180 km, mesma distância entre São Paulo e Piracicaba, sem parar para recarga. Já em termos econômicos, o resultado é impressionante: de acordo com cálculos da Adetax, o carro elétrico faz 100 km com apenas R$ 8,00 em carga.</p>
<p>Por falar em carga, quando ela acaba, o que se faz? No caso dos táxis verdes de São Paulo, os veículos podem ir a seis pontos de recarga rápida (80% da energia da bateria em 30 minutos), sendo cinco deles instalados em concessionárias da própria Nissan e outro instalado no Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP. O pagamento é feito por um cartão pós-pago debitado na conta de luz da empresa de táxis.</p>
<p>Obstáculos no caminho</p>
<p>O consumidor brasileiro, em geral não teria preconceito quanto aos carros elétricos. Mas: “o mercado só se desenvolverá se o consumidor não tiver que arcar com a diferença de preços presente entre um veículo elétrico e um movido à combustão interna”, explica Sergio do Monte Lee, head da consultoria Maksen.</p>
<p>Ocorre que um carro híbrido, como o Toyota Prius, não sai por menos de R$ 120 mil. Já o modelo elétrico Nissan Leaf, ainda sem previsão para chegar ao país, pode vir a custar entre R$ 80 mil e R$ 110 mil. E a tendência é que até 2020, o preço desse tipo de veículo fique de duas a três vezes maior que os de gasolina.</p>
<p>Essa estimativa faz parte do estudo realizado pela Maksen, em parceria com o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e a MBA  Lisbon sobre a viabilidade do carro elétrico no Brasil, divulgada em janeiro. O resultado é nada animador: o mercado de carros elétricos é inviável.</p>
<p>As razões são as mesmas que prejudicam a venda dos carros híbridos: mercado focado em veículos de baixo valor e grande parcela de financiamento, além da falta de subsídios para consumo e produção, visto que componentes como o motor e as baterias elétricas, feitas de lítio, custam caro e isso influi no preço final do automóvel.</p>
<p>Monte Lee aponta também a matriz energética do Brasil como fator. “Trata-se de um dos países com menores emissões de CO2 na atmosfera, devido a matriz energética limpa e renovável e não possui dependência externa de petróleo [bruto] e irá reduzir a dos refinados”.</p>
<p>São essas razões que motivam a Nissan a realizar iniciativas como a dos táxis elétricos. “A intenção é entender melhor o mercado, construir a imagem do veículo de emissão zero, tentando usar esses veículos para conseguir os objetivos fiscais e apoio governamental”, explica Anderson Suzuki.</p>
<p>O representante da montadora japonesa afirma que esse incentivo “não é para sempre”. “Essa ajuda que a gente precisa a nível governamental é para os primeiros três e cinco anos, para você mudar a mentalidade do consumidor. Nos EUA já é uma realidade hoje e é o que queremos aqui”, completa.</p>
<p>Zerados em tecnologia</p>
<p>Parece que a demanda das montadoras será atendida em breve. O Governo Federal, por meio do programa Inovar-Auto, promete injetar R$ 50 bi no mercado, por meio de incentivos fiscais, com o objetivo de incentivar a produção de carros ecológicos, mas principalmente a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis no setor automobilístico, uma área que carece de avanços.</p>
<p>Na opinião de Edson Esteves, a razão fundamental para isso está na indústria petrolífera, que joga pesado em defesa dos seus interesses. “Se ganha muito dinheiro com o petróleo. Só vamos caminhar pra uma mudança quando houver interesse de investimentos, redução do tamanho das baterias, fabricação de mais motores elétricos. Tem que haver essa migração”.</p>
<p>Edson sustenta ainda que, em matéria de pesquisa, o Brasil está “zerado” em relação a países como a China. “O que vi aqui foi investimento em adaptação de um projeto feito em outro país para o Brasil. A geração de tecnologia, expertise, formação de profissionais, sermos donos do projeto e não pagar, nós ainda estamos engatinhando”.</p>
<p>Perguntado sobre a formação de engenheiros, Esteves, professor da FEI, uma das instituições renomada na área de engenharia automobilística, foi taxativo: “hoje a academia trabalha a matéria prima para ir ao mercado e ao que precisa. Nós temos o curso de engenharia voltado para pesquisa e inovação, mas a gente é muito claro que aqui eles vão enfrentar o problema da produção. Não temos uma raiz de projeto”.</p>
<p>Não existe raiz de projeto, mas o Brasil, ainda assim, é terreno fértil para o desenvolvimento de uma nova indústria automobilística, livre de paradigmas antiquados e antenada com os desafios atuais do planeta. Mais que dinheiro, se necessita de mentalidade arrojada para darmos uma arrancada em direção ao futuro.</p>
<p>Fonte: Ambiente Legal</p>
<p>http://www.ambientelegal.com.br/carro-ecologico-em-marcha-lenta/</p>
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		<title>Montadoras querem IPI zero para híbridos e elétricos</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/montadoras-querem-ipi-zero-para-hibridos-e-eletricos/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 17:22:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Inovação, conteúdo local e eficiência energética são os pontos que justificam a criação do Inovar-Auto, programa do governo que visa o fortalecimento da indústria automobilística nacional. E são os argumentos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ao pedir incentivos para a comercialização de veículos híbridos e elétricos. O foco da nova frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inovação, conteúdo local e eficiência energética são os pontos que justificam a criação do Inovar-Auto, programa do governo que visa o fortalecimento da indústria automobilística nacional. E são os argumentos da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) ao pedir incentivos para a comercialização de veículos híbridos e elétricos. O foco da nova frente é a retirada total do IPI &#8211; o Imposto sobre Produtos Industrializados &#8211; desses veículos classificados como &#8220;especiais&#8221;.</p>
<p>A desoneração seria a primeira fase, segundo a entidade, para tornar viável a importação e a comercialização dos produtos por conta de custos e preços. Ela considera a cota de 450 unidades por montadora.</p>
<p>Para as fabricantes, com o estímulo à importação será possível fazer com que os consumidores conheçam e testem as novas tecnologias. Se aceitas pelo mercado, será viável, então, promover a produção local. &#8220;Nossa proposta já está na mão do governo. Dividimos o plano em três etapas&#8221;, explica o presidente da Anfavea, Luiz Moan. Assim, as fases seguintes seriam a nacionalização das peças e a montagem desses veículos no país.</p>
<p>A classificação da Anfavea abrange seis tipos de veículos especiais: híbrido por regeneração de energia (kers), híbrido tradicional (um motor principal a combustão e um menor a eletricidade, híbrido plug-in (motor elétrico é o principal e é recarregado pela tomada), híbrido de autonomia estendida (quando o motor elétrico é o principal e o a combustão, complementar), 100% elétrico e célula de combustível.</p>
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		<title>Para Adetax, liberação de táxis nas faixas de ônibus reduzirá valor das corridas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 18:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Permissão para que táxis também usem as faixas exclusivas de ônibus diminuiria em até 25% o tempo das corridas, com reflexo no valor pago pela população que usa táxi. A Adetax (Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo) estima redução de até 25% do tempo das corridas, caso seja aprovada a liberação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Permissão para que táxis também usem as faixas exclusivas de ônibus diminuiria em até 25% o tempo das corridas, com reflexo no valor pago pela população que usa táxi.</p>
<p>A Adetax (Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo) estima redução de até 25% do tempo das corridas, caso seja aprovada a liberação para os táxis usarem as novas faixas de ônibus criadas na cidade. O Secretário Municipal dos Transportes, Jilmar Tatto, afirmou que o DSV (Departamento de Operação do Sistema Viário) já estuda a implantação da medida, que ainda não tem data para entrar em vigor.</p>
<p>A estimativa de redução de 25% no tempo das corridas está baseada na circulação dos táxis nos corredores exclusivos de ônibus, que ficam à esquerda. Atualmente, em nove destes corredores, já é permitida a circulação de taxistas, desde que transportando passageiros. </p>
<p>Conforme Ricardo Auriemma, presidente da Adetax, é possível estimar, de imediato, que o mesmo benefício ocorrerá com a liberação das faixas exclusivas, com reflexo direto no valor pago pela população que usa táxi. “Em números atualizados, a categoria já transporta hoje cerca de 450 mil pessoas, diariamente”. </p>
<p>Para a Adetax, a adoção da medida seria um incentivo ao transporte público por meio do táxi, que é um importante complemento ao transporte público de massas. Trata-se de uma demanda antiga do modal táxi, desde que as novas faixas foram criadas. O Sindicato dos Taxistas já se manifestou, pedindo a liberação, e a Adetax acompanhou o pedido. “O apoio a essa determinação da Prefeitura tem amplo respaldo da categoria como um todo, inclusive da Adetax”, confirma Auriemma. </p>
<p>Atualmente, os taxistas apenas podem entrar nas faixas exclusivas de ônibus (à direita das vias) para embarque ou desembarque de passageiros. Trafegar pelas faixas implica em multa de R$ 53,20 e três pontos na carteira. </p>
<p>A Adetax defende a liberação dos táxis nas novas faixas criadas nas avenidas Paulista e Doutor Arnaldo, no Corredor Norte/Sul, na Avenida Sapopemba (Zona Leste) e na rua Loefgreen (Zona Sul), assim como nas futuras faixas a serem implantadas na cidade. Até o final do ano, a Prefeitura deverá entregar um total de 220 quilômetros de faixas exclusivas.</p>
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		<title>Táxis Elétricos seguem chamando atenção em SP</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 17:28:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Dos 34 mil táxis que circulam na capital de São Paulo, 10 são especiais e viraram motivo de disputa e de desejo dos clientes. Na hora do almoço, é comum executivos entrarem e pedirem uma “corrida” pela cidade somente pelo gosto de andar em um carro totalmente silencioso, tecnológico e com nenhuma emissão de poluentes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dos 34 mil táxis que circulam na capital de São Paulo, 10 são especiais e viraram motivo de disputa e de desejo dos clientes. Na hora do almoço, é comum executivos entrarem e pedirem uma “corrida” pela cidade somente pelo gosto de andar em um carro totalmente silencioso, tecnológico e com nenhuma emissão de poluentes, segundo os taxistas. A frota de veículos elétricos existe desde junho de 2012 na cidade e conta com os modelos Nissan Leaf — uma parceria entre a Adetax, a fabricante japonesa e a prefeitura —, que renderam economia aos profissionais e abriram horizontes para um transporte público limpo sem que fosse necessário subir a tarifa. Nos primeiros cinco meses, cada carro consumiu, em média, R$ 530 com recarga. Se fossem abastecidos com gasolina, a conta subiria para R$ 2,3 mil.</p>
<p>Taxista há 35 anos, José Antonio Nunes, 68 anos, até hoje se lembra do momento em que recebeu a notícia de que iria dirigir o veículo número um da frota: “Fiquei estático. Para aprender, tive aula com instrutor durante três horas por quatro dias”. O táxi percorre aproximadamente 230km entre meia-noite e 8h com duas recargas — uma feita ao longo de seis horas, antes de começar a trabalhar, e outra no meio do turno, com duração de 15 minutos, realizada na concessionária mais próxima (as lojas da Nissan e as empresas de táxi são equipadas especialmente para o projeto). </p>
<p>O gasto diário é de R$ 15, enquanto com gasolina daria cerca de R$ 40. “Todos os passageiros, indistintamente, fazem as mesmas perguntas, elogiam o conforto e a beleza”, destaca Nunes, que já sofre ao lembrar que o teste dura “apenas” três anos. “Estou triste, porque só tem mais dois anos pela frente”, brinca. Para completar, a frota verde de São Paulo é reforçada com 116 carros híbridos, modelo Prius, da Toyota.</p>
<p>O Rio de Janeiro também recebeu dois elétricos e, até o fim do ano, o número chegará a 15. Segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Nissan, Anderson Suzuki, Brasília está na lista de preferências para receber o projeto de táxis elétricos. “Com certeza, a capital será considerada como cidade prioritária para a expansão do programa a partir do ano que vem”.</p>
<p><a href="http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/suplementos/veiculos/2013/08/01/interna_veiculos,93504/conducao-verde.shtml	">http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/suplementos/veiculos/2013/08/01/interna_veiculos,93504/conducao-verde.shtml	</a><br />
Fonte:Correio Braziliense Impresso</p>
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		<title>Adetax orienta sobre objetos esquecidos nos táxis</title>
		<link>http://www.adetax.com.br/index.php/adetax-orienta-sobre-objetos-esquecidos-nos-taxis/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Jul 2013 17:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Celulares e laptops lideram estatísticas de aparelhos deixados por passageiros durante as corridas, no mundo todo. Em média, a cada seis meses, aproximadamente 12 mil laptops e mais de 200 mil telefones celulares são esquecidos em táxis de todo o mundo. As estimativas globais têm como base pesquisas feitas por empresas de proteção de dados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Celulares e laptops lideram estatísticas de aparelhos deixados por passageiros durante as corridas, no mundo todo.</em></p>
<p>Em média, a cada seis meses, aproximadamente 12 mil laptops e mais de 200 mil telefones celulares são esquecidos em táxis de todo o mundo. As estimativas globais têm como base pesquisas feitas por empresas de proteção de dados, a partir de entrevistas com taxistas em diversos países.  </p>
<p>Embora não existam dados específicos sobre o problema no Brasil, o presidente da Adetax – Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo – Ricardo Auriemma, diz que, com a popularização dos celulares, os esquecimentos também tendem a aumentar. </p>
<p>Em função disso, a Adetax selecionou as principais dicas para evitar a perda de pertences e/ou sua rápida recuperação. São elas: </p>
<p>•	Sempre mantenha seus pertences próximos a você.<br />
•	Se você carrega bagagem de mão e a colocou no banco de trás, sente-se também no banco de trás.<br />
•	Se for possível, sempre solicite ao motorista, um cartão pessoal, no qual conste seu telefone celular e placa do veículo. Pode ser útil não só para objetos esquecidos, mas também para futuras corridas.<br />
•	Preste atenção às informações que constam no lado de fora dos táxis. Em todos os táxis de empresas, há descrito nas portas laterais o nome da empresa e seu logotipo. Nos pára-lamas, o número da frota e o número do veículo, e na parte de trás do carro, o número da frota e do veículo, mais o telefone de contato com a empresa.<br />
•	Se você esqueceu algum pertence em qualquer táxi de empresa, também pode entrar em contato com a Adetax por meio da internet (www.adetax.com.br), para auxiliá-lo a entrar contato com o motorista.<br />
•	Para os demais táxis, ou seja, aqueles que não pertencem às empresas, é necessário que o usuário anote o número da placa e tente obter informações com a SPTrans (tel. 158), sobre o taxista particular.</p>
<p>Segurança</p>
<p>A identificação dos carros também auxilia o usuário a não correr o risco de utilizar táxis clandestinos, não vistoriados e com taxímetro não aferido pelo IPEM (Instituto de Pesos e Medidas).</p>
<p>Os táxis de empresas são constantemente renovados. Embora o limite exigido pela legislação seja de veículos com até 10 anos de fabricação, os táxis de frota têm em média 2,5 anos, são revisados, fiscalizados e vistoriados por órgãos da Prefeitura e pelo IPEM, garantindo também a aferição precisa do taxímetro.</p>
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		<title>25 de julho: O Dia do Motorista</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 17:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Comemora-se o Dia do Motorista em 25 de julho porque também é Dia de São Cristóvão, o padroeiro deste profissional do volante.</p>
<p>Cristóvão significa “aquele que carrega Cristo”. Ele era um gigante que queria servir ao mais poderoso de todos os homens. A princípio serviu a Satanás, mas quando soube que o mais poderoso era Jesus, converteu-se e foi viver na margem de um rio. Lá, carregava pessoas de uma margem a outra.</p>
<p>Certa vez foi carregar um menino e, como a criança ficava cada vez mais pesada, disse que parecia que carregava o mundo nas costas. O menino, então, falou: “Não carregas o mundo, carregas seu criador. Sou Jesus, aquele a quem serves”.</p>
<p>Como o trabalho de Cristóvão era transportar os viajantes através dos rios, tornou-se padroeiro dos viajantes e dos condutores de veículos, tanto profissionais quanto amadores. Você que “pilota” uma bicicleta ou uma moto, um carro de passeio, uma caminhonete ou uma carreta de 35 toneladas: respeite as leis do trânsito, seja prudente, preserve a sua vida e a do próximo e volte para a sua família com alegria e com a satisfação do dever cumprido. Ah! Só para lembrar: o santo padroeiro não bebia em serviço&#8230;</p>
<p>Fonte – AESA</p>
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		<title>Mulheres seguem ganhando espaço como taxistas</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2013 17:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Influenciadas por maridos ou pais e, diante da flexibilidade de horários e da possibilidade de bons rendimentos financeiros, mulheres crescem na profissão. A Adetax (Associação das Empresas de Táxis de Frota do Município de São Paulo) segue registrando demanda de mulheres interessadas em trabalhar como taxistas. Do total de 3.800 táxis pertencentes às empresas da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Influenciadas por maridos ou pais e, diante da flexibilidade de horários e da possibilidade de bons rendimentos financeiros, mulheres crescem na profissão.</em></p>
<p>A Adetax (Associação das Empresas de Táxis de Frota do Município de São Paulo) segue registrando demanda de mulheres interessadas em trabalhar como taxistas. Do total de 3.800 táxis pertencentes às empresas da capital, mais de 5% já são dirigidos por mulheres, o que representa mais de 200 taxistas do sexo feminino trabalhando com táxis das frotas de São Paulo (SP).</p>
<p>A cidade como um todo possui aproximadamente 34 mil táxis. “Cremos que a proporção verificada nos táxis das empresas também seja válida para a categoria como um todo”, avalia Ricardo Auriemma, presidente da Adetax. Desta forma, na cidade, é possível estimar que já são mais de 1.700 mulheres trabalhando como taxistas. </p>
<p>Conforme a Adetax, são três os principais motivos da procura feminina pela profissão: influência inicial de marido ou de pai; flexibilidade de horários para trabalhar e a possibilidade de bons rendimentos financeiros. Auriemma avalia de forma positiva o fato de mais mulheres estarem exercendo a atividade. “O bom profissional independe do gênero”, afirma. “E as mulheres são, muitas vezes, até mais cuidadosas no trânsito”. </p>
<p>Auriemma acrescenta que, como em todas as profissões, a de taxista exige disposição, organização e paciência para formar e ir aumentado o número de clientes e, assim, depender cada vez menos de “sorte” para conseguir atender mais corridas, com qualidade. </p>
<p>É este o caso de Ivone Pereira dos Santos, 50, que começou a trabalhar com táxi ainda em 2011. “Posso definir meus horários e conciliar o trabalho com minhas outras obrigações”, confirma. Ela já tinha o Condutax, e seu ex-marido também é taxista. “Ao trabalhar com o táxi de uma empresa, não preciso me preocupar com gastos de manutenção, que ficam por conta da frota, assim como as taxas de renovação de alvarás, vistoria do taxímetro e depósito placa”, diz. </p>
<p>Ivone mora com seus três filhos, já crescidos, que dão apoio para a mãe trabalhar na praça, com o táxi de uma empresa. “Dividimos as responsabilidades da casa”, conta a taxista. “Acredito que se aprende a aproveitar mais o tempo quando se trabalha fora”.</p>
<p>Sobre eventuais “cantadas”, ela tira de letra. “Acho que isso acontece com toda mulher, em qualquer profissão”, avalia. “Consigo me esquivar sutilmente na maioria das vezes, mas de vez em quando é necessário deixar claro que sou uma profissional e estou trabalhando”. E sobre preconceito? “Sim, já fui discriminada, mas por outra mulher”, afirma. “Ela entrou no táxi e, quando me viu, saiu do carro”. </p>
<p>Antes de ingressar na profissão, Ivone era esteticista e tinha um salão de beleza. “Hoje não me arrependo”, afirma. “A oportunidade que a empresa de táxi abriu para que eu pudesse trabalhar me ajudou demais”. </p>
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		<title>Importância de atender bem deficientes com cão-guia</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2013 18:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taxis de Frota]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais, os taxistas da capital de São Paulo entendem o quanto é importante atender bem todos os passageiros, principalmente aqueles que necessitam de um tratamento especial. É o caso dos deficientes visuais. É fundamental que os taxistas da cidade façam corridas solicitadas por esse perfil de passageiro, inclusive quando o deficiente visual estiver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais, os taxistas da capital de São Paulo entendem o quanto é importante atender bem todos os passageiros, principalmente aqueles que necessitam de um tratamento especial. É o caso dos deficientes visuais. É fundamental que os taxistas da cidade façam corridas solicitadas por esse perfil de passageiro, inclusive quando o deficiente visual estiver acompanhado de seu cão-guia. </p>
<p>Ricardo Auriemma, presidente da Adetax (Associação das Empresas de Táxi de Frota do Município de São Paulo), reforça esse entendimento. Levando em conta que há motoristas que temem transportar animais, pela sujeira que eles podem fazer, ele diz que, no caso dos cães-guia, por receberem um treinamento especial, “esse risco não existe”, afirma. </p>
<p>Além disso, há uma Lei Federal que obriga o transporte de deficientes visuais que estejam com seu cão-guia. A multa prevista para o taxista que se recusar a oferecer corrida a um passageiro nestas condições é de R$ 1.000,00 (mil reais). </p>
<p>O presidente da Adetax acrescenta que, ao transportar um passageiro deficiente visual que esteja com cão-guia, é importante que o taxista o oriente sobre a parada do veículo e a abertura da porta. “Além disso, é recomendável perguntar se ele prefere ser transportado no banco da frente ou de trás. O cão geralmente fica no chão, entre as pernas do dono”, explica Auriemma. “Acreditamos que os táxis podem e devem oferecer mais do que o transporte. Devemos mostrar cidadania e acolher este público da melhor maneira possível”, acrescenta. </p>
<p>No mais, as orientações para o transporte de deficientes visuais são as mesmas utilizadas para os demais passageiros. “Deixar o usuário ciente do caminho que está fazendo e, ao final da corrida, não esquecer de informar o valor exato ou arredondado para baixo. Com certeza, o passageiro ficará agradecido e poderá tornar-se seu cliente”, diz o presidente da Adetax.</p>
<p>A Adetax vem informando os taxistas de frota da capital, por meio de comunicados enviados para todas as frotas associadas, a respeito da normas e regras para o transporte de deficientes visuais acompanhados de cães-guia, prestando um importante serviço de utilidade pública para o setor e para a cidade. </p>
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		<title>Empresas de táxis empregam mais de 800 em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jul 2013 16:23:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adetaxadm</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem 58 empresas de táxi em São Paulo (SP), que juntas geram postos de trabalho diretos para mais de 800 pessoas na cidade. Conforme a Adetax (Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo), as empresas de táxi da cidade empregam hoje, diretamente, mais de 800 funcionários internos. São mecânicos, pintores, funileiros, chefes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem 58 empresas de táxi em São Paulo (SP), que juntas geram postos de trabalho diretos para mais de 800 pessoas na cidade.  </p>
<p>Conforme a Adetax (Associação das Empresas de Táxis do Município de São Paulo), as empresas de táxi da cidade empregam hoje, diretamente, mais de 800 funcionários internos. São mecânicos, pintores, funileiros, chefes de tráfego, auxiliares de escritório, office-boys, telefonistas, gerentes, manobristas, vigias, porteiros e lavadores de automóveis.</p>
<p>Segundo Ricardo Auriemma, presidente da Adetax, há hoje 58 empresas operando na cidade. Do total de táxis de São Paulo (SP), aproximadamente 10% pertencem às empresas.  </p>
<p>Indiretamente, este setor da categoria dos táxis de São Paulo (SP) ainda ajuda a manter postos de trabalho entre os prestadores de serviço relacionados à atividade: vidraceiros, tapeceiros, contadores, advogados, oficinas de taxímetro, gráficas, retíficas de motores, recuperadoras de peças, lojas de autopeças e revendedoras de veículos. “A própria Câmara Municipal já constatou a importância social e econômica do trabalho desenvolvido pelas empresas de táxi”, lembra Auriemma. </p>
<p>Já em relação aos taxistas propriamente ditos, para usar os táxis de empresas não há restrição em função de sexo ou faixa etária, o que também abre oportunidade para pessoas com mais idade, que têm mais dificuldade em se recolocar no mercado. Para os aposentados que decidem virar taxistas, por exemplo, os táxis das empresas podem significar uma alternativa interessante para complementar o rendimento.</p>
<p>Paralelamente, os táxis das empresas são constantemente renovados. Embora o limite exigido pela legislação seja de veículos com até 10 anos de fabricação, os táxis de empresas têm média inferior a 2,5 anos, são revisados, fiscalizados e vistoriados por órgãos da Prefeitura e pelo IPEM, garantindo também a aferição precisa do taxímetro.</p>
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